﻿{"id":7976,"date":"2017-05-30T09:14:32","date_gmt":"2017-05-30T07:14:32","guid":{"rendered":"https:\/\/laregledujeu.org\/arrabal\/?p=7976"},"modified":"2017-06-01T07:24:49","modified_gmt":"2017-06-01T05:24:49","slug":"fernando-arrabal-carta-de-amor-como-um-suplicio-chines-do-teatro-kaus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/laregledujeu.org\/arrabal\/2017\/05\/30\/7976\/fernando-arrabal-carta-de-amor-como-um-suplicio-chines-do-teatro-kaus\/","title":{"rendered":"Fernando Arrabal \u00ab\u00a0CARTA DE AMOR\u00a0\u00bb (Como um supl\u00edcio chin\u00eas) do Teatro Kursaal."},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-7978\" src=\"https:\/\/laregledujeu.org\/arrabal\/files\/2017\/05\/carta-de-amor-300x165.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"165\" srcset=\"https:\/\/laregledujeu.org\/arrabal\/files\/2017\/05\/carta-de-amor-300x165.jpg 300w, https:\/\/laregledujeu.org\/arrabal\/files\/2017\/05\/carta-de-amor-768x423.jpg 768w, https:\/\/laregledujeu.org\/arrabal\/files\/2017\/05\/carta-de-amor-620x341.jpg 620w, https:\/\/laregledujeu.org\/arrabal\/files\/2017\/05\/carta-de-amor-840x462.jpg 840w, https:\/\/laregledujeu.org\/arrabal\/files\/2017\/05\/carta-de-amor.jpg 1561w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\u00ab\u00a0&#8230;obra do dramaturgo Fernando Arrabal<\/p>\n<p>a pe\u00e7a CARTA DE AMOR (Como um supl\u00edcio chin\u00eas),<\/p>\n<p>do Teatro Kursaal<\/p>\n<p>Texto apresenta dados autobiogr\u00e1ficos do autor por meio de cartas trocadas entre m\u00e3e e filho.<\/p>\n<p>Dire\u00e7\u00e3o de Reginaldo Nascimento<\/p>\n<p>atores Am\u00e1lia Pereira e Alessandro Hernandez.<\/p>\n<p>Em CARTA DE AMOR (Como um supl\u00edcio chin\u00eas), uma m\u00e3e recebe uma carta de seu filho, do qual h\u00e1 muito n\u00e3o tem not\u00edcias, no dia de seu anivers\u00e1rio. Estabelece-se um mon\u00f3logo interior da m\u00e3e a partir de recorda\u00e7\u00f5es do tempo em que sua rela\u00e7\u00e3o com o filho era id\u00edlica. Os conflitos b\u00e9licos da Guerra Civil Espanhola e suas consequ\u00eancias fizeram desse amor um verdadeiro \u201csupl\u00edcio chin\u00eas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cArrabal transcende a mera anedota e coloca em quest\u00e3o a crueldade e a pen\u00faria da Guerra Civil Espanhola. A Carta de Amor parece mais um testamento de amor porque atesta e publica a geografia de uma rela\u00e7\u00e3o \u00edntima. Neste sentido, a surpresa est\u00e1 no fato de Arrabal (autor e filho) conceder \u00e0 sua m\u00e3e a palavra que \u00e9 dela e permitir que soem as suas raz\u00f5es\u201d, afirma Wilson Co\u00ealho, tradutor do texto e estudioso da obra de Arrabal.<\/p>\n<p>Fernando Arrabal: Escritor, dramaturgo e cineasta, nascido no Marrocos espanhol em 1932, atualmente mora em Paris. Controvertido, cultiva uma est\u00e9tica irreverente tanto na sua obra como nas suas apari\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Recebeu o reconhecimento internacional pela sua obra narrativa (onze novelas), po\u00e9tica (numerosos livros ilustrados por Amat, Dal\u00ed, Magritte, Miotte, Saura, entre outros), dram\u00e1tica (numerosas obras de teatro publicadas em dezenove volumes) e cinematogr\u00e1fica (seis longas-metragens). Autor de mais de 70 pe\u00e7as teatrais entre elas: Fando e Lis, Guernica, A Bicicleta do condenado, O triciclo, O cemit\u00e9rio de autom\u00f3veis, O Arquiteto e o Imperador da Ass\u00edria, A Ora\u00e7\u00e3o, Uma Tartaruga chamada Dostoi\u00ebwsky, O Jardim das Del\u00edcisa, O labirinto, entre outras. Arrabal n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o autor espanhol mais encenado no mundo, quanto tamb\u00e9m um dos poucos autores do chamado Teatro do Absurdo que ainda vivem e produzem. Na d\u00e9cada de sessenta, depois de permanecer tr\u00eas anos no grupo surrealista, Arrabal, juntamente com Roland Topor e Jodorowsky, cria o Movimento P\u00e2nico, cujo manifesto expressava a inten\u00e7\u00e3o de conciliar o absurdo com o cruel, identificar a arte com o vivido e adotar a cerim\u00f4nia como forma de express\u00e3o. Seu Teatro P\u00e2nico, que ele mesmo qualifica como presidido pela confus\u00e3o, o humor, o terror, o azar e a euforia, est\u00e1 baseado na busca formal, tanto espacial como gestual, e na incorpora\u00e7\u00e3o de elementos surrealistas na linguagem.<\/p>\n<p>Reginaldo Nascimento: Ator e Diretor Teatral em constante atividade desde 1990. Fundou o Teatro Kaus Cia Experimental em 1998. Participou de diversos cursos de forma\u00e7\u00e3o e aprimoramento com diversos e importantes profissionais. Desde 1993 se dedica especificamente a Dire\u00e7\u00e3o Teatral e a pesquisa do teatro de grupo, tendo assinado a dire\u00e7\u00e3o de mais de 20 espet\u00e1culos entre eles: Hysterica Passio e O Casal Palavrakis, ambos de Ang\u00e9lica Liddell, O Grande Cerimonial, de Fernando Arrabal, Infi\u00e9is, de Marco Antonio de la Parra, A Revolta, de Santiago Serrano, El Chingo, de Ed\u00edlio Pe\u00f1a, Pigmaleoa, de Mill\u00f4r Fernandes, Cala a Boca J\u00e1 Morreu, de Lu\u00eds Alberto de Abreu, A Boa, de Aimar Labaki, Vereda da Salva\u00e7\u00e3o, de Jorge Andrade, Homens de Papel e Ora\u00e7\u00e3o para um p\u00e9 de chinelo, ambas de Pl\u00ednio Marcos, entre outros. V\u00eam realizando desde 1994, v\u00e1rias oficinas e cursos em prefeituras, secretarias de cultura e institui\u00e7\u00f5es privadas pelo interior do Estado, na capital e outros estados.<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio: 19:30<\/p>\n<p>Endere\u00e7o: Avenida Paulista, 2439 &#8211; Bela Vista<br \/>\nCarta de Amor\u00a0\u00a0 80 minutos, 14 anos.<\/p>\n<p>Sinopse: Uma m\u00e3e recebe uma carta de seu filho, do qual h\u00e1 muito n\u00e3o tem not\u00edcias, no dia de seu anivers\u00e1rio. Estabelece-se um mon\u00f3logo interior da m\u00e3e a partir de recorda\u00e7\u00f5es do tempo em que sua rela\u00e7\u00e3o com o filho era id\u00edlica. Os conflitos b\u00e9licos da Guerra Civil Espanhola e suas consequ\u00eancias fizeram desse amor um verdadeiro \u201csupl\u00edcio chin\u00eas\u201d.\u00a0 Qual m\u00e3e gostaria de ficar sem not\u00edcias do seu filho durante anos? Em \u2018Carta de Amor\u2019 (Como um supl\u00edcio chin\u00eas), uma m\u00e3e recebe uma carta emocionante do seu filho cheia de relatos, recorda\u00e7\u00f5es e novidades, lembrando um tempo em que a rela\u00e7\u00e3o dos dois era pura e cercada de amor. A obra in\u00e9dita do dramaturgo espanhol Fernando Arrabal\u00a0 do Teatro Kaus de S\u00e3o Paulo. O texto apresenta dados autobiogr\u00e1ficos do autor por meio de cartas trocadas entre m\u00e3e e filho. Wilson Coelho, tradutor do texto, acredita que o texto \u00e9 mais do que uma mera carta.\u00a0 A \u2018Carta de Amor\u2019 parece mais um testamento de amor porque atesta e publica a geografia de uma rela\u00e7\u00e3o \u00edntima. Neste sentido, a surpresa est\u00e1 no fato de Arrabal (autor e filho) conceder a sua m\u00e3e a palavra que \u00e9 dela e permitir que soem as suas raz\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00ab\u00a0&#8230;obra do dramaturgo Fernando Arrabal a pe\u00e7a CARTA DE AMOR (Como um supl\u00edcio chin\u00eas), do Teatro Kursaal Texto apresenta dados autobiogr\u00e1ficos do autor por meio de cartas trocadas entre m\u00e3e e filho. Dire\u00e7\u00e3o de Reginaldo Nascimento atores Am\u00e1lia Pereira e Alessandro Hernandez. Em CARTA DE AMOR (Como um supl\u00edcio chin\u00eas), uma m\u00e3e recebe uma carta de seu filho, do qual h\u00e1 muito n\u00e3o tem not\u00edcias, no dia de seu anivers\u00e1rio. Estabelece-se um mon\u00f3logo interior da m\u00e3e a partir de recorda\u00e7\u00f5es do tempo em que sua rela\u00e7\u00e3o com o filho era id\u00edlica. 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Recebeu o reconhecimento internacional pela sua obra narrativa (onze novelas), po\u00e9tica (numerosos livros ilustrados por Amat, Dal\u00ed, Magritte, Miotte, Saura, entre outros), dram\u00e1tica (numerosas obras de teatro publicadas em dezenove volumes) e cinematogr\u00e1fica (seis longas-metragens). Autor de mais de 70 pe\u00e7as teatrais entre elas: Fando e Lis, Guernica, A Bicicleta do condenado, O triciclo, O cemit\u00e9rio de autom\u00f3veis, O Arquiteto e o Imperador da Ass\u00edria, A Ora\u00e7\u00e3o, Uma Tartaruga chamada Dostoi\u00ebwsky, O Jardim das Del\u00edcisa, O labirinto, entre outras. Arrabal n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o autor espanhol mais encenado no mundo, quanto tamb\u00e9m um dos poucos autores do chamado Teatro do Absurdo que ainda vivem e produzem. Na d\u00e9cada de sessenta, depois de permanecer tr\u00eas anos no grupo surrealista, Arrabal, juntamente com Roland Topor e Jodorowsky, cria o Movimento P\u00e2nico, cujo manifesto expressava a inten\u00e7\u00e3o de conciliar o absurdo com o cruel, identificar a arte com o vivido e adotar a cerim\u00f4nia como forma de express\u00e3o. Seu Teatro P\u00e2nico, que ele mesmo qualifica como presidido pela confus\u00e3o, o humor, o terror, o azar e a euforia, est\u00e1 baseado na busca formal, tanto espacial como gestual, e na incorpora\u00e7\u00e3o de elementos surrealistas na linguagem. Reginaldo Nascimento: Ator e Diretor Teatral em constante atividade desde 1990. Fundou o Teatro Kaus Cia Experimental em 1998. Participou de diversos cursos de forma\u00e7\u00e3o e aprimoramento com diversos e importantes profissionais. Desde 1993 se dedica especificamente a Dire\u00e7\u00e3o Teatral e a pesquisa do teatro de grupo, tendo assinado a dire\u00e7\u00e3o de mais de 20 espet\u00e1culos entre eles: Hysterica Passio e O Casal Palavrakis, ambos de Ang\u00e9lica Liddell, O Grande Cerimonial, de Fernando Arrabal, Infi\u00e9is, de Marco Antonio de la Parra, A Revolta, de Santiago Serrano, El Chingo, de Ed\u00edlio Pe\u00f1a, Pigmaleoa, de Mill\u00f4r Fernandes, Cala a Boca J\u00e1 Morreu, de Lu\u00eds Alberto de Abreu, A Boa, de Aimar Labaki, Vereda da Salva\u00e7\u00e3o, de Jorge Andrade, Homens de Papel e Ora\u00e7\u00e3o para um p\u00e9 de chinelo, ambas de Pl\u00ednio Marcos, entre outros. V\u00eam realizando desde 1994, v\u00e1rias oficinas e cursos em prefeituras, secretarias de cultura e institui\u00e7\u00f5es privadas pelo interior do Estado, na capital e outros estados. Hor\u00e1rio: 19:30 Endere\u00e7o: Avenida Paulista, 2439 &#8211; Bela Vista Carta de Amor\u00a0\u00a0 80 minutos, 14 anos. 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Autor de mais de 70 pe\u00e7as teatrais entre elas: Fando e Lis, Guernica, A Bicicleta do condenado, O triciclo, O cemit\u00e9rio de autom\u00f3veis, O Arquiteto e o Imperador da Ass\u00edria, A Ora\u00e7\u00e3o, Uma Tartaruga chamada Dostoi\u00ebwsky, O Jardim das Del\u00edcisa, O labirinto, entre outras. Arrabal n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o autor espanhol mais encenado no mundo, quanto tamb\u00e9m um dos poucos autores do chamado Teatro do Absurdo que ainda vivem e produzem. Na d\u00e9cada de sessenta, depois de permanecer tr\u00eas anos no grupo surrealista, Arrabal, juntamente com Roland Topor e Jodorowsky, cria o Movimento P\u00e2nico, cujo manifesto expressava a inten\u00e7\u00e3o de conciliar o absurdo com o cruel, identificar a arte com o vivido e adotar a cerim\u00f4nia como forma de express\u00e3o. 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Desde 1993 se dedica especificamente a Dire\u00e7\u00e3o Teatral e a pesquisa do teatro de grupo, tendo assinado a dire\u00e7\u00e3o de mais de 20 espet\u00e1culos entre eles: Hysterica Passio e O Casal Palavrakis, ambos de Ang\u00e9lica Liddell, O Grande Cerimonial, de Fernando Arrabal, Infi\u00e9is, de Marco Antonio de la Parra, A Revolta, de Santiago Serrano, El Chingo, de Ed\u00edlio Pe\u00f1a, Pigmaleoa, de Mill\u00f4r Fernandes, Cala a Boca J\u00e1 Morreu, de Lu\u00eds Alberto de Abreu, A Boa, de Aimar Labaki, Vereda da Salva\u00e7\u00e3o, de Jorge Andrade, Homens de Papel e Ora\u00e7\u00e3o para um p\u00e9 de chinelo, ambas de Pl\u00ednio Marcos, entre outros. V\u00eam realizando desde 1994, v\u00e1rias oficinas e cursos em prefeituras, secretarias de cultura e institui\u00e7\u00f5es privadas pelo interior do Estado, na capital e outros estados. Hor\u00e1rio: 19:30 Endere\u00e7o: Avenida Paulista, 2439 &#8211; Bela Vista Carta de Amor\u00a0\u00a0 80 minutos, 14 anos. 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Dire\u00e7\u00e3o de Reginaldo Nascimento atores Am\u00e1lia Pereira e Alessandro Hernandez. Em CARTA DE AMOR (Como um supl\u00edcio chin\u00eas), uma m\u00e3e recebe uma carta de seu filho, do qual h\u00e1 muito n\u00e3o tem not\u00edcias, no dia de seu anivers\u00e1rio. Estabelece-se um mon\u00f3logo interior da m\u00e3e a partir de recorda\u00e7\u00f5es do tempo em que sua rela\u00e7\u00e3o com o filho era id\u00edlica. Os conflitos b\u00e9licos da Guerra Civil Espanhola e suas consequ\u00eancias fizeram desse amor um verdadeiro \u201csupl\u00edcio chin\u00eas\u201d. \u201cArrabal transcende a mera anedota e coloca em quest\u00e3o a crueldade e a pen\u00faria da Guerra Civil Espanhola. A Carta de Amor parece mais um testamento de amor porque atesta e publica a geografia de uma rela\u00e7\u00e3o \u00edntima. Neste sentido, a surpresa est\u00e1 no fato de Arrabal (autor e filho) conceder \u00e0 sua m\u00e3e a palavra que \u00e9 dela e permitir que soem as suas raz\u00f5es\u201d, afirma Wilson Co\u00ealho, tradutor do texto e estudioso da obra de Arrabal. Fernando Arrabal: Escritor, dramaturgo e cineasta, nascido no Marrocos espanhol em 1932, atualmente mora em Paris. Controvertido, cultiva uma est\u00e9tica irreverente tanto na sua obra como nas suas apari\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Recebeu o reconhecimento internacional pela sua obra narrativa (onze novelas), po\u00e9tica (numerosos livros ilustrados por Amat, Dal\u00ed, Magritte, Miotte, Saura, entre outros), dram\u00e1tica (numerosas obras de teatro publicadas em dezenove volumes) e cinematogr\u00e1fica (seis longas-metragens). Autor de mais de 70 pe\u00e7as teatrais entre elas: Fando e Lis, Guernica, A Bicicleta do condenado, O triciclo, O cemit\u00e9rio de autom\u00f3veis, O Arquiteto e o Imperador da Ass\u00edria, A Ora\u00e7\u00e3o, Uma Tartaruga chamada Dostoi\u00ebwsky, O Jardim das Del\u00edcisa, O labirinto, entre outras. Arrabal n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o autor espanhol mais encenado no mundo, quanto tamb\u00e9m um dos poucos autores do chamado Teatro do Absurdo que ainda vivem e produzem. Na d\u00e9cada de sessenta, depois de permanecer tr\u00eas anos no grupo surrealista, Arrabal, juntamente com Roland Topor e Jodorowsky, cria o Movimento P\u00e2nico, cujo manifesto expressava a inten\u00e7\u00e3o de conciliar o absurdo com o cruel, identificar a arte com o vivido e adotar a cerim\u00f4nia como forma de express\u00e3o. Seu Teatro P\u00e2nico, que ele mesmo qualifica como presidido pela confus\u00e3o, o humor, o terror, o azar e a euforia, est\u00e1 baseado na busca formal, tanto espacial como gestual, e na incorpora\u00e7\u00e3o de elementos surrealistas na linguagem. Reginaldo Nascimento: Ator e Diretor Teatral em constante atividade desde 1990. Fundou o Teatro Kaus Cia Experimental em 1998. Participou de diversos cursos de forma\u00e7\u00e3o e aprimoramento com diversos e importantes profissionais. Desde 1993 se dedica especificamente a Dire\u00e7\u00e3o Teatral e a pesquisa do teatro de grupo, tendo assinado a dire\u00e7\u00e3o de mais de 20 espet\u00e1culos entre eles: Hysterica Passio e O Casal Palavrakis, ambos de Ang\u00e9lica Liddell, O Grande Cerimonial, de Fernando Arrabal, Infi\u00e9is, de Marco Antonio de la Parra, A Revolta, de Santiago Serrano, El Chingo, de Ed\u00edlio Pe\u00f1a, Pigmaleoa, de Mill\u00f4r Fernandes, Cala a Boca J\u00e1 Morreu, de Lu\u00eds Alberto de Abreu, A Boa, de Aimar Labaki, Vereda da Salva\u00e7\u00e3o, de Jorge Andrade, Homens de Papel e Ora\u00e7\u00e3o para um p\u00e9 de chinelo, ambas de Pl\u00ednio Marcos, entre outros. V\u00eam realizando desde 1994, v\u00e1rias oficinas e cursos em prefeituras, secretarias de cultura e institui\u00e7\u00f5es privadas pelo interior do Estado, na capital e outros estados. Hor\u00e1rio: 19:30 Endere\u00e7o: Avenida Paulista, 2439 &#8211; Bela Vista Carta de Amor\u00a0\u00a0 80 minutos, 14 anos. Sinopse: Uma m\u00e3e recebe uma carta de seu filho, do qual h\u00e1 muito n\u00e3o tem not\u00edcias, no dia de seu anivers\u00e1rio. Estabelece-se um mon\u00f3logo interior da m\u00e3e a partir de recorda\u00e7\u00f5es do tempo em que sua rela\u00e7\u00e3o com o filho era id\u00edlica. Os conflitos b\u00e9licos da Guerra Civil Espanhola e suas consequ\u00eancias fizeram desse amor um verdadeiro \u201csupl\u00edcio chin\u00eas\u201d.\u00a0 Qual m\u00e3e gostaria de ficar sem not\u00edcias do seu filho durante anos? Em \u2018Carta de Amor\u2019 (Como um supl\u00edcio chin\u00eas), uma m\u00e3e recebe uma carta emocionante do seu filho cheia de relatos, recorda\u00e7\u00f5es e novidades, lembrando um tempo em que a rela\u00e7\u00e3o dos dois era pura e cercada de amor. A obra in\u00e9dita do dramaturgo espanhol Fernando Arrabal\u00a0 do Teatro Kaus de S\u00e3o Paulo. O texto apresenta dados autobiogr\u00e1ficos do autor por meio de cartas trocadas entre m\u00e3e e filho. Wilson Coelho, tradutor do texto, acredita que o texto \u00e9 mais do que uma mera carta.\u00a0 A \u2018Carta de Amor\u2019 parece mais um testamento de amor porque atesta e publica a geografia de uma rela\u00e7\u00e3o \u00edntima. 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